Dicas úteis de como comprar um carro usado e fazer um bom negócio

January 28, 2009 by  
Filed under Compras seguras, Diversos 3

Antes de comprar seu carro usado, dê uma olhada neste guia completo para obter informações úteis e interessantes antes de adquirir seu veículo (são dicas essenciais que servirão de orientação antes de comprar seu veículo).
A compra de carro usado exige cuidados para evitar a aquisição de um veículo em mau estado ou roubado. O ideal é adquirir de pessoa conhecida e de confiança. Como isto nem sempre é possível, é preciso prevenir antes de fechar qualquer negócio. Não deixe de verificar a autenticidade dos documentos, do número do chassi, o estado de conservação e a parte mecânica e funilaria do carro.

Preços
O preço dos carros usados varia muito. Pesquise. Jornais e revistas divulgam freqüentemente tabelas de preços de mercado para a compra e venda de veículos e são uma boa fonte de referência.

Para avaliar se o preço do carro está compatível com o de mercado leve em conta, além do modelo, cor, ano de fabricação, quilometragem, opcionais (alarme, som, desembaçador, vidro elétrico etc), o estado geral do veículo. Não esqueça de computar os custos de eventuais reparos a serem feitos.

Dicas para a compra
Peça ajuda de amigo ou conhecido que entenda de mecânica. Em caso de dúvida, leve um mecânico de sua confiança para fazer uma avaliação do estado do carro. Examine tudo com a máxima atenção, especialmente os itens de segurança, tais como freio, amortecedores e pneus.

Parte externa do veículo
1. Examine o carro à luz do dia, nunca em locais fechados e escuros, e exija ver o veículo seco (a aparência do carro molhado pode enganar);
2. Teste o amortecedor balançando o carro para baixo, segurando no pará-choque na direção da roda. Se, ao largá-lo, o veículo balançar duas ou mais vezes, o amortecedor está em más condições;
3. Observe ondulações e pequenos amassados na lataria: se houver diferenças nas quinas do capô, é provável que o carro tenha sido batido;
4. Dê pancadinhas com os dedos na lataria para verificar se o barulho é diferente em algum ponto. Isso indica a colocação de massa plástica. Também é possivel fazer um teste com um imã embrulhado em uma flanela. Se, ao passar pela lataria, ele se desprender, é porque existem furos cobertos por massa plástica;
5. Se houver bolhas na pintura, cuidado: é sinal de que há ferrugem. Os locais onde a ferrugem é mais freqüente são os seguintes: junto às borrachas, debaixo das portas, embaixo dos pára-lamas, nas arestas inferiores da carroceria, junto às canaletas e nas bordas das tampas do capô do motor e do bagageiro;
6. Observe se o veículo foi pintado recentemente. Verifique se há diferenças de cor e procure respingos de tinta nos frisos e borrachas. Cuidado com os carros encerados, porque eles podem esconder defeitos na pintura;
7. Confira se as portas e capô fechados se encaixam perfeitamente. O desnível pode indicar que o carro foi batido;
8. Confira o estado dos pneus. Se eles estão lisos (carecas) e não aderem ao chão, prejudicam a freada (breque), o desempenho do veículo e, como conseqüência, trazem riscos à segurança;
9. Desgastes irregulares nos pneus podem indicar problemas com a suspensão, falta de alinhamento ou balanceamento das rodas; e
10. Com o carro suspenso, pressione cada roda para dentro e para fora. Se houver folga, isso indica que o rolamento está gasto, devendo ser regulado ou trocado.

Com o veículo em movimento

Motor
Para checar a compressão do motor, reduza a velocidade bruscamente ou desça uma ladeira em segunda marcha. A velocidade deve reduzir.

Freios
Freie normalmente o carro. Se houver ruído metálico, as pastilhas estão gastas. Em um lugar plano, freie o veículo soltando as mãos da direção. Se o carro puxar para um dos lados, há problemas no freio, na suspensão ou os pneus não estão calibrados corretamente.

Caixa de Marchas
Engate todas as marchas e verifique se produzem barulho anormal.

Alinhamento e Balanceamento
Se o carro em movimento puxar para um dos lados, está desalinhado. Se em determinadas velocidades houver trepidação no volante, as rodas não estão balanceadas.

Com o capô aberto

Chassi
Confira se o número do chassi que vem gravado perto do motor, no vidro e em vários locais, confere com o que consta no certificado de propriedade do veículo. Os números e letras do chassi e da plaqueta de identificação devem estar alinhados, com os seus espaçamentos regulares e os contornos das letras e números uniformes. Veja se não há sinais de solda próximos da identificação.

Motor
O som do motor é um importante indicativo de seu correto funcionamento ou desgaste. O barulho do motor que precisa ser retificado é característico. O mecânico saberá reconhecer se o veículo estiver nessa condição.

Óleo
Retire a vareta do compartimento do óleo e avalie o seu aspecto quanto ao nível e viscosidade.

Refrigeração
1. Verifique o sistema de refrigeração do motor. O líquido visível no depósito de água não deve apresentar sinais de ferrugem nem aspecto oleoso. Os tubos de borracha não devem estar rachados, quebrados ou ressecados;
2. Veja se o filtro de ar está limpo;
3. Os cabos da ignição devem estar em bom estado, sem fendas ou rasgões;
4. A ventoinha deve girar de maneira uniforme, sem grandes vibrações. A correia não deve apresentar rachaduras nem deformações.

Dentro do Carro

Quebra-sol
Confira o estado da pala de proteção contra o sol.

Banco
Sente-se para verificar se os bancos estão afundados, soltos ou tortos. Observe se estão rasgados, sujos ou quebrados.

Sistema Elétrico
Examine todos os comandos, como faróis, limpadores de pára-brisas, desembaçador, indicadores de direção (pisca-pisca), luzes de freio, buzina, velocímetro, sinalização de emergência (pisca-alerta), indicador de temperatura etc.

Outros
Confira o estado dos espelhos retrovisores, pára-choques, lanternas, freio de mão e de pé.

Vedação
Se encontrar pontos de ferrugem e água ou umidade embaixo dos tapetes, há problemas com a vedação (borrachas dos vidros e portas) ou furos no assoalho.

Freios
Com o motor ligado e o carro parado, acione o freio, mantendo o pé no pedal por algum tempo. Se ele abaixar aos poucos, é sinal de que há vazamento de fluído de freio.

Documentação
Toda a documentação do veículo deve estar em dia. Ao adquirir o veículo, você precisa estar atento a todo processo que envolve a transação. Os documentos essenciais são:

1. Comprovante de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do Seguro Obrigatório (DPVAT);
2. Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos;
3. Certificado de Registro (recibo de venda) que serve para transferir a propriedade do veículo.

Equipamentos
Certifique-se de que estejam em ordem os equipamentos de segurança obrigatórios do veículo, como extintor de incêndio, macaco, triângulo de sinalização, chave de roda, cinto de segurança e estepe.

Atenção
Modificações no motor, lataria ou equipamentos do carro precisam estar devidamente homologadas pelo Detran. No documento do veículo deve constar o seguinte: alteração da cor original, as modificações na suspensão, a colocação de mais um par de faróis auxiliares, de pneus de tala larga e o uso de películas escuras nos vidros, caso essas modificações tenham sido feitas.

Documentos para transferência

Para transferir o veículo para o seu nome, sem mudar a placa, são exigidos pelo Detran:
1. Comprovantes de pagamento do IPVA, do Seguro Obrigatório e das multas;
2. Certificado de Registro de Veículos;
3. Recibo de venda.

Caso queira trocar a placa do carro é preciso apresentar ao Detran:
1. Certidão de Prontuário (histórico do carro);
2. Certidão Negativa de Multa (município de origem);
3. Certidão de Furto (com origem de outro Estado);
4. Vistoria;
5. Comprovante do pagamento do IPVA;
6. Licenciamento do veículo com Seguro Obrigatório;
7. Recibo de venda

SEUS DIREITOS

O Código de Proteção e Defesa do Consumidor assegura que, nas compras efetuadas em estabelecimentos comerciais, se o veículo apresentar vícios (problemas) de fácil constatação, você terá um prazo de 90 dias para reclamar. Se eles não forem resolvidos em 30 dias, você poderá exigir, à sua escolha: a troca do veículo por outro da mesma espécie, o cancelamento da compra ou o abatimento proporcional do preço.
IMPORTANTE ? A compra de um veículo diretamente de outra pessoa não constitui uma relação de consumo. A pessoa física, neste caso, não é considerada um fornecedor habitual, ficando à margem do Código de Defesa do Consumidor, protegido, entretanto, pelo Código Civil.
Para sua garantia, prefira adquirir seu carro em lojas ou concessionárias estabelecidas regularmente.
Se os problemas não forem aparentes e de fácil constatação (ocultos), a reclamação poderá ser formalizada quando esses surgirem, obedecendo o prazo legal de 90 dias.
Assegurada a garantia legal estabelecida pelo Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor também poderá conceder uma garantia contratual, que não é obrigatória. Caso o faça, deverá ser mediante termo escrito especificando quais as condições da garantia oferecida.

RECOMENDAÇÕES FINAIS

Alguns estabelecimentos que comercializam veículos usados emitem uma nota fiscal ou recibo contendo a expressão “venda no estado”. Isto significa que o veículo não se encontra em perfeitas condições. Se houver interesse por este tipo de aquisição, solicite ao fornecedor que especifique na nota fiscal ou recibo todos os problemas apresentados.
Nunca efetue sua compra antes de verificar se o veículo não foi furtado ou apresenta multas pendentes. O Detran informa a situação cadastral do veículo, como multas, alienação ou bloqueios administrativos. Só aceite documentos originais. Recuse papéis com rasuras ou fotocópias, mesmo que autenticadas.

((((ALGUMAS DICAS DE COMERCIANTES AUTÔNOMOS (EMPÍRICAS))))

Carro de litoral
Todo carro que circula em litoral deve ser evitado, devido a MARESIA, fenômeno apodrece a lataria dos veículos. Portanto, evite veículos oriundos de Estados da Federação que são banhados pelo mar.

Carro de praça

Atenção com os veículos de cor branco ou amarelo, que tenha o Y como a segunda letra da placa, ex: BYA, BYG. Geralmente os taxistas vendem para particulares para conseguir um valor maior, mas seus carros são mais desgastados e rodados.

Carro de leilão

Atenção com carros oferecidos sem manual do proprietário, carros em que o
dono está com o mesmo há pouco tempo. Podem ser procedentes deste tipo de
comércio. São carros mal cuidados, muitas vezes sofreram colisões graves com perda total pelas seguradoras e deveriam estar nos ferros-velhos e não circulando. Faça uma consulta previa pela placa ou chassi, através do telefone: (21) 2510-7777 ou pelo site: www.fenaseg.org.br

Carro de locadora ou de empresa

Atenção com carros básicos geralmente PRATA. Se estiver com a placa de
outro estado (geralmente de Minas Gerais ou Paraná), desconfie. Veja abaixo
a relação de placas de cada estado.

Placas de outros estados

Evite-os. Pode esconder um carro clonado, um extenso histórico de multas ou uma restrição judicial (busca e apreensão).

Confira as três letras do seu Estado.
Paraná
AAA 0001 a BEZ 9999
São Paulo
BFA 0001 a GKI 9999
Minas Gerais
GKJ 0001 a HOK 9999
Maranhão
HOL 0001 a HQE 9999
Mato Grosso do Sul
HQF 0001 a HTW 9999
Ceará
HTX 0001 a HZA 9999
Sergipe
HZB 0001 a IAP 9999
Rio Grande do Sul
IAO 0001 a JDO 9999
Distrito Federal
JDP 0001 a JKR 9999
Bahia
JKS 0001 a JSZ 9999
Pará
JTA 0001 a JWE 9999
Amazonas
JWF 0001 a JXY 9999
Mato Grosso
JXZ 0001 a KAU 9999
Goiás
KAV 0001 a KFC 9999
NFC 0001 a NGZ 9999
Pernambuco
KFD 0001 a KME 9999
Rio de Janeiro
KMF 0001 a LVE 9999
Piauí
LVF 0001 a LWQ 9999
Santa Catarina
LWR 0001 a MMM 9999
Paraíba
MMN 0001 a MOW 9999
Espírito Santo
MOX 0001 a MTZ 9999
Tocantins
MVL 0001 a MXG 9999
Alagoas
MUA  0001 a MVK 9999
Rio Grande do Norte
MXH 0001 a MZM 9999
Acre
MZN 0001 a NAG 9999
Roraima
NAH 0001 a NBA 9999
Rondônia
NBB 0001 a NEH 9999
Amapá
NEI 0001 a NFB 9999

Só aceite documentos originais. Recuse papéis com rasuras ou fotocópias, mesmo autenticadas.

links de consulta uteis

DETRAN SAO PAULO

www.detran.sp.gov.br

SECRETARIA SEGURANÇA PUBLICA SAO PAULO

www.ssp.sp.gov.br

POLICIA CIVIL

http://www.policia-civ.sp.gov.br/

TELEFONES

POLICIA MILITAR 190

POLICIA CIVIL 197

(fonte: Guias do Mercado Livre)

Saiba a diferença entre os tipos de DVD Players e DVD Mídia como DVD-ROM, RAM, DVD-R, RW, HD-DVD e Blu-Ray

January 2, 2009 by  
Filed under Diversos 1, Informática

Descubra aqui como entender a diferença entre tantos tipos de mídia de DVD´s para comprar a mídia adequada ao que você vai gravar ou transferir através de um DVD. Ao comprar um gravador de DVD ou mídias de DVD para gravação, muita gente fica confusa com tanta variedade: DVD-RAM, DVD-ROM, DVD-R, DVD+R, DVD-RW e DVD+RW.

Ainda há nomes como Dual Layer , Double Layer e tecnologias mais recentes, como HD-DVD e Blu-ray.

Afinal, qual a diferença entre cada tipo? Qual escolher? Por que existe tanta variedade? É o que você verá a seguir:

Os tipos de DVD
DVD-ROM
DVD-RAM
DVD-R
DVD+R
DVD-RW
Dual Layer e Double Layer
DVD Forum X DVD Alliance
Outros tipos
HD-DVD
Blu-Ray

Os tipos de DVD

O DVD ( D igital V ersatile D isc ou D igital V ideo D isc) tirou, com merecimento, o lugar das tradicionais fitas VHS em aplicações de vídeo. Com os custos cada vez menores dos gravadores e mídias, agora é a vez dos CDs graváveis e regraváveis ( CD-R e CD-RW , respectivamente) perderem parte de seu mercado. O problema é que, ao contrário do que acontece com os CDs, os DVDs possuem vários tipos de mídia. Veja os mais comuns:

:: DVD-ROM

O DVD-ROM é o tipo mais comum, pois é usado, por exemplo, para armazenar filmes. Assim como um CD de programa ou de música, já vem com seu conteúdo gravado de fábrica. Não é possível apagar ou regravar dados nesse tipo de DVD.

:: DVD-RAM

Este é um tipo de DVD gravável e regravável. Sua principal vantagem em relação aos outros padrões é sua vida útil: um DVD-RAM suporta mais de 100 mil gravações, sendo muito útil para backups (cópias de segurança) periódicos. Além disso, esse tipo de DVD geralmente pode ser usado sem um programa de gravação, como se fosse um HD.

Os primeiros DVDs do tipo possuíam 2,9 GB de capacidade e ficavam dentro de uma capa protetora, devido a sensibilidade da mídia à sujeira e a marcas de dedo. Versões seguintes surgiram oferecendo capacidade de gravação de 4,7 GB à 9,4 GB, não necessitando mais de tal capa.

:: DVD-R

Este tipo é um dos que tem maior aceitação nos mais diversos aparelhos. É a melhor opção para a gravação de filmes, pois é aceito por praticamente todos os DVD-players, com exceção para alguns dos primeiros modelos. O DVD-R, assim como o seu antecessor CD-R, só aceita gravação uma única vez e, após isso, seus dados não podem ser apagados. Sua capacidade de armazenamento padrão é de 4,7 GB.

:: DVD+R

Este tipo é equivalente ao DVD-R, inclusive na capacidade de armazenamento, que é de 4,7 GB. O DVD+R também só pode ser gravado uma única vez e não permite a eliminação de seus dados. O que o DVD-R tem de diferente do DVD+R, então? Pouca coisa, sendo a principal diferença o fato dos dados gravados em um DVD +R serem mais rapidamente acessados do que em um DVD-R , característica proveniente do processo de fabricação deste último, que é ligeiramente distinto. Mesmo assim, essa diferença no acesso aos dados é pouco perceptível, pelo menos é o que acusou os testes feitos aqui no InfoWester.

:: DVD-RW

O DVD-RW é equivalente ao CD-RW, pois permite a gravação e a regravação de dados. A grande maioria dos DVD-players recentes são totalmente compatíveis com DVD-RW, mas exigem que a mídia esteja fechada para executar filmes. Mídia “aberta” significa que você pode inserir dados de maneira gradativa, como em um disquete. Porém, se você fechá-la (isso é feito através do software de gravação), a gravação de novas informações é impossibilitada, sendo necessário formatar o DVD-RW para reutilizá-lo. Assim como seu “irmão” DVD-R, a capacidade de armazenamento padrão do DVD-RW é de 4,7 GB.

:: DVD+RW

Este formato tem quase as mesmas características do seu rival DVD-RW, inclusive na capacidade de armazenamento, cujo padrão também é de 4,7 GB. No DVD+RW também é necessário fechar a mídia para a execução de filmes em DVD-players. Na prática, sua diferença em relação ao DVD-RW está na velocidade de gravação ligeiramente maior e na possibilidade de uso de tecnologias como ” Lossless linking ” e “Mount Rainier” que permitem, respectivamente, interromper uma gravação sem causar erros e alterar dados de apenas um setor sem necessidade de formatar o disco.

Dual Layer e Double Layer

Se você acha que 4,7 GB de capacidade em um disco como o DVD é muita coisa, saiba que é possível ter quase o dobro com tecnologias como Dual Layer e Double Layer .

Um DVD que tenha Dual Layer (também conhecido como DVD-9) é capaz de armazenar 8,5 GB de dados por padrão. Isso é possível graças à aplicação de duas camadas de dados em um único lado da mídia. Para isso, uma camada é feita de um material que dá efeito de “semi-transparência”, permitindo que o laser do aparelho consiga acessar a segunda camada “atravessando” a primeira.

Até o fechamento deste artigo, a tecnologia Dual Layer estava disponível apenas em DVDs graváveis, isto é, em DVD-R e em DVD+R. Havia rumores de que o mesmo aconteceria com mídias regraváveis (DVD-RW e DVD+RW), mas nada havia sido confirmado até então.

E a tecnologia Double Layer? Há quem pense que mídias Double Layer são aquelas que permitem gravação em ambos os lados do DVD. Porém, isso é um engano. Mídias assim são denominadas “double side” ou “face dupla”.

A tecnologia Double Layer é, na verdade, equivalente ao padrão Dual Layer. O que acontece é que o primeiro tipo é a denominação padrão do DVD-R que possui tal tecnologia (também chamados de DVD-R DL). O segundo, por sua vez, é aplicado em mídias DVD +R. Você vai entender o motivo dessa duplicidade no próximo tópico.

DVD Forum X DVD Alliance

Agora que você já conhece os tipos de DVDs mais importantes, deve estar querendo saber o motivo de tamanha variedade. A resposta, em poucas palavras, está em uma disputa entre duas entidades: DVD Forum e DVD+RW Alliance .

O consórcio DVD Forum é formado por gigantes como Time Warner, Pionner e Toshiba para apoiar as especificações dos padrões DVD-ROM, DVD-RAM, DVD-R e DVD-RW. Por sua vez, o consórcio DVD+RW Alliance (ou DVD Alliance) foi constituído inicialmente por empresas como Dell, HP e Sony para apoiar outros padrões de DVD, cuja diferenciação é feita pelo sinal de positivo nos nomes (DVD + R e DVD + RW) e pelo uso do termo “Double Layer” nas mídias com duas camadas.

O DVD Forum detém os direitos sobre o logotipo (visto abaixo) da tecnologia DVD, razão pela qual os fabricantes de DVD+R e DVD+RW não inserem essa imagem nas embalagens de tais produtos. Todavia, algumas dessas empresas exibem um logotipo com os dizeres RW em tais mídias, mesmo naquelas que são somente graváveis (DVD+R), o que pode gerar confusão.

Os dois grupos começaram a disputar mercado, cada qual defendendo seus formatos. Isso fez com que alguns fabricantes disponibilizassem gravadores de DVDs compatíveis apenas com DVD-R/RW e outros o fizessem somente para os formatos DVD+R/RW.

Quem venceu essa disputa? Ninguém. Todos os padrões oferecidos acabaram sendo bem aceitos. Eis a razão da existência de tantos formatos. Como as empresas não demoraram a se dar conta disso, é cada vez mais comum encontrar gravadores de DVD compatíveis com todos os formatos (o que fez com que a maior parte de tais companhias apoiasse os dois consórcios). Para evitar problemas de incompatibilidade, é recomendável adquirir esse tipo de aparelho.

:: Outros tipos

Há outras tecnologias que são semelhantes ao DVD no mercado. Por exemplo, a Sony utiliza uma mídia denominada UMD ( Universal Media Disc) em seu console PSP ( P lay S tation P ortable). Porém, há dois padrões que merecem destaque porque podem ser os substitutos do DVD de maneira definitiva: o HD DVD e o Blu-Ray . Abaixo, uma descrição breve de ambas as tecnologias:

:: HD-DVD

O HD-DVD ( H igh D efinition D igital V ersatile D isc) foi desenvolvido graças ao trabalho conjunto de várias empresas, entre elas Toshiba e Microsoft. Sua capacidade padrão de armazenamento de dados é de 15 GB (ou 4 horas de vídeo em alta definição) ou 30 GB, no caso de mídias com duas camadas. Como o próprio nome indica, seu uso é apropriado para aplicações de vídeo com alta qualidade de imagem.

A tecnologia HD-DVD é tido como um dos possíveis sucessores do DVD pelos seguintes motivos:

- É aprovado pelo consórcio DVD Forum;
- A estrutura de um HD-DVD é semelhante ao de um DVD convencional, inclusive na espessura da camada de gravação, que é de 0,6 mm , barateando os custos de fabricação;
- O HD-DVD tem melhor proteção contra cópias, para a alegria de Hollywood.

:: Blu-Ray

A tecnologia Blu-ray foi desenvolvida pela Blu-ray Disc Association (DBA), entidade formada por empresas como LG, Pionner, Sony, Samsung, Dell e HP. Assim como o HD-DVD, tem grande potencial para ser o substituto natural do DVD. Seu principal diferencial é sua capacidade de armazenamento de dados: 25 GB em uma única camada, equivalente a 6 horas de vídeo em alta definição.

O nome dessa tecnologia é oriundo de seu laser de 405 nanômetros (o DVD utiliza laser de 650 nanômetros, aproximadamente) de cor violeta, que permite gravar mais dados em uma mídia do mesmo tamanho de um CD, já que o feixe é mais fino. A denominação “Blu-ray” faz referência ao termo “raio azul”. Na verdade, azul em inglês é blue, mas a letra “e” foi retirada do nome porque em alguns países a expressão “blue ray” é comumente usada, sendo proibido registrá-la.

:: Conclusão

Como nenhum tipo de DVD possui características fortemente negativas, o melhor é ter um aparelho compatível tanto com DVD-ROM, DVD-RAM, DVD-R e DVD-RW, quanto com DVD+R e DVD+RW, pois até no preço essas mídias são parecidas. No entanto, para aparelhos mais antigos, talvez seja melhor priorizar o DVD-R/RW, pela chance da compatibilidade ser maior.

Você sabe mesmo qual é a diferença entre MP3, MP4, MP5, MP6, MP7 e MP8?!

December 29, 2008 by  
Filed under Diversos 2, Eletrônicos

Você gostaria de saber a diferença entre eles? Então confira aqui aqui as diferenças começando pelo inovador lançamento na indústria de players e tocadores que foi o MP3:

MP3: MP3 é o formato de compressão de áudio que causou uma verdadeira revolução. Arquivos de áudio podem ser convertidos em MP3, com poucas perdas de qualidade (as pessoas ?comuns? como eu não conseguem perceber a diferença), ocupando apenas cerca de 10% do espaço de armazenamento necessário para o formato digital do CD de áudio.

O que comumente se chama de ?MP3?, ou tocador de MP3? são aqueles pen-drives que tocam música e sintonizam rádio FM.

MP4: o MPEG4 é um padrão de compressão de vídeo, que causou na indústria a mesma revolução que o MP3. Graças ao MPEG4 um filme de uma hora e meia de duração, que no formato de DVD ocuparia quase 5GB de espaço, pode ser colocado em um mero CD de 700MB, com pouca perda de qualidade de imagem. A trilha sonora, em MP3, nem chega a ser relevante em termos de tamanho de arquivo, neste caso.

O MP4? da indústria é a versão do MP3? acima com uma telinha de LCD, capaz de reproduzir vídeos.

MP5: agora começamos a entrar na área do que considero o absurdo da indústria de cacarecos. Considerando que MP é a abreviatura de MPEG, Moving Picture Expert Group, não caberia ninguém exceto o próprio MPEG criar novos padrões e nomenclaturas. Contudo, já criaram por aí o MP5?, que nada mais é do que o mesmo MP4 acima descrito, mas com câmera digital integrada, capaz de tirar fotos e em alguns casos também filmar.

MP6: se falar em MP5 para referir-se a um tocador de vídeos MPEG4 com câmera digital e rádio FM já me parece absurdo, falar em MP6 então é o cúmulo. Tem agendas de telefones e de compromissos, acessa Internet, roda programas e jogos em Java, envia e recebe e-mails.

MP7: deve ter as mesmas funções do mp6 e ainda recebe sinais de TV e Algums Dual chip

MP8: logo o MP8 deve vir com escova de dentes, monitor cardíaco e cafeteira, pesando menos de 100g.