Direitos do consumidor – O que fazer para você correr atrás dos seus direitos de consumidor

May 4, 2009 by  
Filed under Consumidor

Neste vídeo de orientação você descobrirá o tempo dos prazos para reclamar por produtos ou serviços não duráveis como serviços de lavagem de roupas, saber que o prazo de 90 dias é para reclamar de produtos duráveis como pintura de um carro. Data ao adquirir o serviço. O consumidor tem por exemplo 7 dias para se arrepender por uma compra postal. E outras lições de grande importância para você requerer seus direitos de consumidor e fazer valer.
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Confira aqui 10 dicas especiais para comprar seu computador novo

January 26, 2009 by  
Filed under Destaques, Diversos 1, Informática

Muita gente fica perdida na hora de comprar ou escolher um computador novo, perguntas como: quanto de memória preciso? Quando espaço no HD é necessário para os meus programas? Qual a velocidade ideal? Pensando nisto foi disponibilizado um pequeno tutorial que irá orientá-lo na compra de um novo computador.

Montar ou comprar pronto?
Alguns optam por montar o computador porque acham (erroneamente) que ele sairá mais barato. Outros, mais conscientes, o fazem para ter controle total sobre a qualidade de cada pecinha – o resultado compensa. Mas a maioria das pessoas acaba mesmo comprando o micro pronto, ou de um grande integrador com marca famosa, ou de uma lojinha ou estande de shopping de informática.

Seja qual for o seu caso, escolher os componentes mais adequados às suas necessidades e que permitirão que seu micro novo o acompanhe por mais tempo é fundamental. Em muitos casos, a melhor opção pode ser partir de um computador “pronto”, “de marca” – de preferência beneficiado pelos incentivos fiscais do Governo – e dar uma incrementada nele, por conta própria o com a ajuda de um técnico.

Escolha seu time do coração
Intel ou AMD? O processador deve ser uma das primeiras decisões de quem vai comprar um computador novo, pois dela depende a escolha de outros componentes, como a placa-mãe e a memória. E, atualmente, é uma discussão quase religiosa: não perca tempo tentando convencer os fãs de uma marca de que a outra é melhor – corre o risco de você ganhar um inimigo.

Se você é ateu, saiba que hoje (meados de 2006) a AMD está dando as cartas no segmento de alto desempenho com seus Athlon 64 e X2, superiores aos rivais Pentium 4 e Pentium D, mas espera-se que a Intel vire o jogo nos próximos meses, com os processadores Core Solo e Duo da geração apelidada de Conroe. No segmento popular, o Sempron, da AMD, costuma ser mais poderoso que o Celeron, da Intel, mas para ter um PC de primeira a recomendação é fugir dos dois.

A placa que é uma mãe
Ela é a base de todo o seu sistema e incorpora cada vez mais funções que antigamente dependiam de componentes dedicados. Naturalmente, a placa-mãe precisa ser compatível com o processador: procurando por modelos com o mesmo soquete do chip escolhido para a sua máquina – 478 e LGA 775, no caso dos processadores Intel, e 754 ou 939, para AMD – e verifique nas especificações se o se chip é suportado.

Este também é o momento de evitar tecnologias decadentes, como o AGP para placas de vídeo e o IDE para discos rígidos – escolha uma placa-mãe com suporte a PCI Express e Serial ATA (SATA), mesmo que você não pretenda usar estes recursos de imediato. E saiba que “on-board” não é mais palavrão: placas que incorporam som e rede já são padrão. As com vídeo integrado não servem para jogos, mas dão conta de aplicações de escritório e Iternet com tranqüilidade.

Memória de elefante
Se o processador não for um Intel de última geração e pedir a nova DDR2, que a AMD ainda está para adotar, sua memória RAM provavelmente será do padrão DDR. A dica, então, é comprar marcas conhecidas, como Kingston, Corsair e OCZ, e o máximo que der. Ter 1 GB de memória já está virando lugar comum, com 2 GB representando uma opção melhor para games ou aplicações gráficas. Mais que isso é besteira.

A maioria dos sistemas atuais pode trabalhar com memórias aos pares, operando em modo Dual-Channel para aumentar a velocidade de transferência de dados. Para isso, é necessário comprar os módulos de memória aos pares – do mesmo modelo e lote de produção. Dois de 512 MB para ter 1 GB, 4 de 512MB (se a placa-mãe tiver quatro slots) ou dois de 1 GB para chegar aos 2 GB. Evite os módulos de 256MB, que limitam a expansão e têm pouco valor de revenda quando você decidir fazer um upgrade.

Espaço de sobra
O disco rígido – HD, para os íntimos – é onde o computador armazena seus arquivos e programas. O preço por gigabyte caiu tanto que sugerimos pensar logo acima dos 100 GB – partindo para os 200 GB se você tem muitas músicas, vídeos ou fotos digitais. Os de padrão IDE ainda são os mais comuns, mas se a placa-mãe permitir, é melhor pagar um pouquinho mais por um Serial ATA (SATA), que é para onde vai a tecnologia.

É importante saber, também, que capacidade não é tudo na escolha do HD – eles também influenciam na velocidade do computador. Por conta disso, nada de comprar discos de 5400 RPM – o melhor é exigir um de 7.200 RPM, bem mais rápido, ou os raríssimos modelos de 10.000 RPM, se estiver sobrando dinheiro. Fique de olho também no tamanho do cache, a memória interna que o HD usa para acelerar a transferência de dados – procure modelos com 8 ou 16 MB.

Vídeo dedicado é para jogos
A não ser pelo Google Earth, pela interface Aero, do futuro Windows Vista (confira nosso teste do beta 2) e programas de engenharia e arquitetura, quase nenhuma aplicação séria requer aceleração 3D ou mais de 16 MB de memória de vídeo. Sendo assim, a escolha da placa de vídeo só é realmente importante para quem pretende usar o computador para games – do contrário, o vídeo on-board dá conta do recado. Para os gamers, porém, trata-se do componente mais importante (e caro) do sistema.

A escolha começa pelo duelo ATI vs. nVidia e os modelos são tantos e mudam tão rápido que não dá para fazer recomendações muito específicas. Saiba, apenas, que os jogos atuais já pedem 128 MB de memória e o recurso Hardware Texture & Lighting (HT&L) e que, freqüentemente, o modelo “top” de uma geração é muito melhor que o básico da série seguinte – cuidado para não ser enganado pelos números. Ah, e o padrão deve ser o que a placa-mãe suporta – AGP ou PCI Express.

Drives de mídia removível não têm mistérios
Hoje em dia já se pode abrir mão do drive de disquetes sem medo, mas na hora de escolher a unidade ótica – aquela dos CDs e DVDs – não faz sentido economizar. Com os preços atuais, um gravador de DVDs de dupla camada (double layer) custa tão pouco a mais que um reles leitor de CDs que o melhor é partir logo para o equipamento mais completo, capaz de atender a todas as suas necessidades de leitura e gravação. Quanto às novas tecnologias, HD-DVD e BlueRay, achamos melhor esperar o mercado eleger o padrão de fato e os preços recuarem.

Se você é fã de fotografia digital ou costuma usar aparelhos portáteis com cartões de memória removíveis, pode ser interessante equipar o computador com um leitor para eles. Algumas placas-mãe trazem leitores tudo-em-um como bônus, mas também é possível comprá-los separadamente, seja como acessório externo, seja como módulo para instalação no painel frontal do micro.

Muito mais que um corpinho bonito
Se o espaço na mesa não for um problema, o gabinete que abrigará seu computador deve ser amplo, para facilitar a montagem e o fluxo de ar, e funcional – encaixes para ventoinhas, bandeja para placa-mãe e gaiolas removíveis para os HDs e tampa lateral presa por parafusos “thumbscrew”, que dispensam ferramentas, são algumas coisas que garantem conforto na montagem e manutenção.

Conectores USB e de áudio frontais, desde que a placa-mãe tenha onde ligá-los, também ajudam bastante. Se puder ser bonito e tiver uma janela de acrílico na lateral para todos admirarem sua obra de arte, melhor, mas isso é o de menos. Para os mais abonados, investir em um gabinete de alumínio, bem mais leve e imune a corrosão, pode ser uma boa idéia.

Fonte de energia – e de problemas
Aquela caixinha que muitas vezes vem junto com o gabinete e à qual a maioria das pessoas não dá atenção é mais importante do que se imagina. É dali que sai a energia para todo o computador – uma fonte de má qualidade pode provocar instabilidade e até a queima de componentes, o que sairá mais caro do que comprar logo um modelo decente, que lhe dará tranquilidade por vários anos.

Recomenda-se escolher uma fonte com boa potência, na casa dos 400W, para suportar discos adicionais e placas de vídeo esbanjadoras, e pesquisar a reputação da marca antes de comprar. Algumas simplesmente divulgam uma potência muito mais alta do que a real ou são tão vagabundas que se queimam em menos de um ano e podem levar outros componentes junto. Avaliar o peso e a qualidade do acabamento também ajuda.

Cabeça fria é fundamental
A temperatura dos PCs ganhou tanta atenção nos últimos tempos que os aficionados já deram até para apelar à refrigeração líquida – os chamados watercoolers – para esfriar seus computadores. Não precisamos chegar a tanto, mas um cooler (composto pelo dissipador de calor e uma ventoinha) de boa qualidade devidamente instalado no processador, com pasta térmica ou um elastômero para garantir a boa transferência de calor, é essencial para a estabilidade da máquina.

A ventilação interna do gabinete é outro ponto crucial. O ar precisa entrar pela parte de baixo, se possível com a ajuda de uma ventoinha frontal protegida por um filtro de ar, e sair pelo alto, geralmente sugado por uma ou duas ventoinhas da fonte de alimentação. Mais ventiladores jogando ar pra dentro, em baixo, e para fora, em cima, podem ajudar, mas não exagere para não deixar o computador barulhento como um 747. Mais importante é organizar bem os cabos internos para que não atrapalhem a circulação.
fonte: WNews-Uol

Para que serve um notebook? Devo escolher um notebook ou um PC desktop para comprar?

December 27, 2008 by  
Filed under Diversos 1, Informática

Você está em dúvida se compra um notebook ou um desktop (computador de mesa)? Bem a primeira pergunta que deve fazer antes de adquirir um note é para que eu vou usar o notebook? Pois apesar de ser extremamente útil, portátil e ter caído de preço bastante nos últimos anos, o mesmo valor gasto em um notebook comparado a um desktop, permite a você configurar um desktop poderoso, e não fica a mesma configuração no notebook, estou falando a respeito da memória, processador, HD e etc. Sem falar que a simples manutenção de um notebook sai 3 vezes mais cara que um desktop e não é todo técnico que mexe. Se você vai usar o notebook de casa para o trabalho e vice-versa para atualizar dados importantes, faz apresentações em diversos lugares, conecta a internet sem fio porque viaja e leva suas anotações, vende produtos ou serviços usando os dados que estão no notebook não há o que pensar, deve comprar o note. Agora se a portabilidade não é o mais importante, e sim velocidade de processador, velocidade gráfica e desempenho no uso de aplicativos,  jogar games e acessar a internet, deve comprar o desktop pois o mesmo valor que iria gastar no notebook permite você montar uma estação de trabalho muito mais poderosa e com mais recursos. Eu tenho os dois para dois objetivos diferentes, agora se você precisa escolher  um para comprar, pense com cuidado para não se arrepender na aquisição do equipamento. Fica aqui a dica. Quanto a marca que deve adquirir, fica para outro post.

Não perca as dicas imperdíveis para comprar presentes de Natal para crianças

December 21, 2008 by  
Filed under Diversos 3, Presentes

Está com dúvidas te assombrando para comprar o presente de seu filho(a), sobrinho(a) ou neto(a), leia este artigo até o fim e espero que pelo menos algumas dúvidas sejam respondidas.

Filhos, sobrinhos, netos. Se você vai comprar presente de Natal para criança, é preciso ficar atento. Por mais inofensivo que pareça um brinquedo, ele pode ser perigoso se não for de boa qualidade. “A primeira coisa que é preciso observar é se o produto tem o selo do Inmetro, que garante que ele foi testado e está de acordo com as normas de segurança”, diz Luiza Batista, coordenadora de políticas públicas da Ong Criança Segura.

Para ajudar você a comprar o melhor para as crianças, confira algumas dicas para que o presente seja só motivo de diversão (e ainda caiba no seu bolso!). Se seu filho não pediu nenhum presente em especial e você está dúvida e não sabe o que dar, aproveite nossa lista de 2008 com os melhores brinquedos e os melhores livros para cada faixa etária:

Na hora de comprar:

- Para encontrar o melhor preço, a ordem é pesquisar em lojas de rua, shoppings e internet. Se optar pela compra online, não se esqueça de encomendar o presente com antecedência (confirme, sempre, o prazo de entrega). Ao recebê-lo em casa, se verificar algum defeito ou o produto não for o que você imaginava, saiba que é possível trocá-lo ou receber o dinheiro de volta, se a reclamação for feita em um prazo de até 7 dias após a compra (esta lei está no Código de Defesa do Consumidor);

- Lembre-se que alguns produtos, principalmente os lançamentos de personagens de filmes ou desenhos, podem se esgotar as lojas. Então, não deixe a compra para última hora;

- Entre janeiro e agosto deste ano, o Ipem (Instituto de Pesos e Medidas) fiscalizou mais de 970 mil brinquedos e apreendeu mais de 14 mil por falta do selo do Inmetro. Portanto, além de verificar se o produto tem essa certificação, verifique o prazo de validade e se há condições de garantia;

- Evite comprar em locais de procedência duvidosa, onde é possível encontrar produtos em desacordo com a regulamentação e até mesmo com selos falsos do Inmetro;


Na hora de escolher o brinquedo:

- Se o brinquedo que comprar for eletrônico, adquira pilhas ou carregue as baterias com antecedência. Nada mais frustrante que ganhar um presente e ter de esperar para brincar com ele. Atenção: as pilhas não devem ser de fácil acesso para as crianças. O ideal são aqueles produtos que levam parafusos para que não saiam com facilidade do brinquedo;

- Adquira o brinquedo de acordo com a faixa etária. Por lei, essa informação, assim como as instruções de uso, deve constar na embalagem e em português (mesmo para os produtos importados, que também devem ter o selo do Inmetro). Verifique, também, se há dados sobre o fabricante (nome, CNPJ e endereço) ou o importador;

- Se há um irmão mais novo na casa, é preciso atenção redobrada, para que ele não pegue peças pequenas do brinquedo que não é para a sua idade. É fundamental que cada criança tenha um local separado para os seus brinquedos;

- Não compre brinquedos com formas e cheiros semelhantes aos alimentos, pois as crianças tendem a engoli-los. Também evite aqueles com ruídos excessivos, que podem causar danos à audição;

- Fique atento aos produtos com partes cortantes ou pontiagudas, devido à possibilidade de causar ferimentos;

- Se o presente for bicicleta, skate ou patins, compre também os equipamentos de segurança, como capacete, joelheira e cotoveleira. Eles são fundamentais para garantir a segurança das crianças. A regra vale mesmo para aquelas bicicletas pequenas. “A educação para ser um ciclista consciente deve começar desde pequeno”, diz Luiza;

- Nunca dê brinquedos que remetam a armas, para não estimular a criança à violência;

- Não compre brinquedos compostos por substâncias de fácil combustão. E evite aqueles que possam causar sufocamento ou engasgo por acidente (cordas, balões e aqueles com peças muito pequenas);

- Ajude a criança a abrir o presente. Sacos de presente, laços e fechos de arame são perigosos;

- OK. Presente comprado. Mas o cuidado deve continuar. É preciso sempre a supervisão de um adulto na hora da brincadeira.

Fontes: Secretaria de Estado da Saúde; Marcos Pó, assessor técnico do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor); Elizete Aparecida Fernandes, chefe da Divisão de Verificação e Fiscalização da Conformidade do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas) e Ong Criança Segura. Revista Crescer.